domingo, 5 de julho de 2009

ricardofaria.com.br -> site com o horário de todos os ônibus de Juiz de Fora

sábado, 14 de fevereiro de 2009

"Xô Nazismo" Isso é do passado!

Paula Oliveira, de 26 anos e bacharel em direito, denunciou que foi atacada por três skinheads quando ia para casa na última segunda-feira.
Ainda segundo ela, que apareceu com várias partes do corpo com cortes produzidos por um estilete, a agressão a fez perder os gêmeos que esperava havia três meses.
No entanto, o que parecia uma nova evidência da xenofobia na Europa passou a ser encarado com cautela.

Isso é triste, pois lá na Suiça é a melhor educação mundial, os melhores internatos, colégios... Já o que falta para eles é a educação humana, o que eles não tem. Eles sabem de cor a matemática e suas regras; a física e suas teoremas de Thalis... Eles são os mais fanáticos criadores e pesquisadores do mundo, com seus centros de pesquisas avançados. Mas eles não sabem amar, não sabem viver com outros, os estrangeiros, não sabem respeitar...

O que nos resta agora é orar pela vida de Paula e esperar que os culpados sejam punidos.


"Xô Nazismo"

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

A imprensa no cotidiano da princesinha de Minas

A influência dos repórteres, câmeras, fotógrafos e todos os meios de comunicação são muito presente na imprensa brasileira, principalmente também na imprensa juiz-forana. Isso se observa com simples atos de entrevias, o qual a emissora Panorama, filiada a rede Globo, faz com o povo juiz-forano. Em cada 10 pessoas, 6 param para ver os jornais televisivos, tanto municipais(MGTV), estaduais(Globo esporte) ou ainda mais pessoas para os jornais nacionais (Jornal Nacional).


O número de jornais impressos em Juiz de Fora é muito grande também, devido ao grande número de editoras existentes aqui, JF hoje, Tribuna de Minas entre outros.
Como seria nossa cidade, um pólo da Zona da Mata mineira, como seria a princesinha de Minas, sem a imprensa? Temos que pensar nisso, pois antes havia poucos repórteres aqui. Repórter antigamente aqui (segundo relatos pesquisados no Arquivo Histórico de Juiz de Fora) era considerado folgado, como se hoje em dia, em comparação, fosse os grafiteiros, camelôs e muitas pessoas envolvidas diretamente com artes.


A imprensa rosa ( já escrevi um arquivo sobre isso aqui no blog, no dia 04 de janeiro de 2009, com o título Imprensa “Pink”) é a imprensa mais presente em Juiz de Fora, em minha opinião, não existe imprensa marrom aqui, pelo menos, com os meus 13 anos, não vi nenhum apresentador ou repórter ser sensacionalista, mas claro que isso varia do ponto de vista de cada ser humano. Eu, um jovem, de 13 anos, nunca vou descordar de um senhor de 63 anos de idade. Mas no meu ponto não existe a imprensa.


No ano de 2003 (se não me engano), a rede Globo, que era a rede de televisão mais vista em Juiz de Fora, passou a se chamar, Panorama, filiada a rede Globo, cujo o grupo responsável por ela, era o OP.com. O diretor da rede Panorama em Juiz de Fora, é até hoje, o repórter e ex-candidato a prefeito de Juiz de Fora, Omar Peres, ele é o diretor e o dono majoritário.
Além de ser televisão, a rede Panorama engloba uma área muito complexa de meios de comunicação. O site da Panorama, o OP Com, que recentemente foi mudado para Mega Minas, Clique aqui para ir para o site, é o site da rede. Possuía também a rádio Panorama, sintonizada no canal, 96,7 FM, mas no ano de 2008, no final do ano, por motivos de baixos índices de audiência e por uma grave crise financeira, foi tirada do ar. Possuí também um dos mais vistos e baratos jornais produzidos aqui na cidade(pois existe jornais de 0,25 centavos vendidos aqui, mas são produzidos e só e exclusivamente possuí notícias de Belo Horizonte, e além do mais, não tem notícias próprias, quase todas as noticias são tiradas de jornais famosos e grandes), o JF hoje, que custa R$1,00 e pode ser encontrado em todas as bancas da cidade. Ele foi substituído pelo jornal Panorama, que era gratuito, mas por ser gratuito, não ficou muito tempo circulando(aproximadamente 2,5 anos) logo foi substituído pelo JF Hoje, que na minha opinião, você não acha nada de mais nele, só tem 16 páginas, com notícias chatas. É melhor pagar R$2,50(eu acho!) no Tribuna de Minas, que é bem mais complexo. E acho também que foi substituído por causa que sendo de graça, a rede OP.com, não ganhava lucro. E nós vivemos num mundo capitalista!!!


Guilherme Leal

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Imprensa "pink"

A imprensa mais vista é a imprensa rosa, porque ela é os veículos de imprensa especializados em cobrir o cotidiano das pessoas, sejam celebridades ou gente comum, bem como à especialização da profissão jornalística em hábitos de comportamento.





COLUNA SOCIAL




Quem nunca quis apareceu numa coluna social que levante a mão:

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Acho que todos já quiseram, mas coluna social em si é uma seção típica de grandes jornais e costuma trazer notas e fotos sobre personalidades da elite (de uma cidade, região ou país). Não raro, colunas sociais são criticadas por alimentarem boatos, rumores e fofocas. Além dos jornais, as colunas sociais também costumam ser bastante empregadas na televisão, através de programas em que os repórteres, ou até mesmo o próprio apresentador, costumam entrar em festas da alta-sociedade, entrevistando todas as personalidades presentes em cada evento. No JH hoje tem coluna social, tá! As vezes algum da a gente aparece lá, quem sabe?!

domingo, 4 de janeiro de 2009

Imprensa marrom

ARTIGO DE GUILHERME LEAL, COM BASES BIBLIOGRÁFICAS NO SITE WWW.WIKIPEDIA.COM.BR


Imprensa marrom é a forma como podem ser chamados órgãos de imprensa considerados publicamente como sensacionalistas e que busquem alta audiência e vendagem através da divulgação exagerada de fatos e acontecimentos. É o equivalente brasileiro do termo yellow journalism. Em todos os casos há uma clara falha de ética.
Poder-se-ia citar vários órgãos tanto da imprensa escrita quanto da falada ou televisiva como veiculadores da assim chamada imprensa marrom. Entretanto estas citações sempre teriam como bojo o viés político daquele que cita, de acordo com a visão que este possui do mundo e da realidade em que vive.
Fato é que, freqüentemente, veículos de imprensa divulgam notícias amparados em sua linha editorial ou em suas próprias crenças políticas, econômicas ou sociais, de modo a influenciar aquele que recebe a notícia no sentido de se engajar em sua própria visão de mundo. Cabe àquele que recebe a informação, deste modo, verificar se possível em várias fontes para se inteirar da realidade dos fatos e formar sua própria opinião.
A prática de um órgão de imprensa divulgar informações e notícias segundo sua linha editorial não constitui, em si, um problema ético. Grandes e respeitados jornais mundo afora, como o Daily Telegraph, Le Monde ou New York Times fazem isso, porém sempre deixam claro suas posições ao eventual leitor, de modo que o mesmo possa entender sob qual ótica a notícia está sendo dada. O "jornalismo marrom" de fato se manifesta quando essa posição é propositalmente omitida, e fatos são distorcidos ou apenas parcialmente divulgados para levar o leitor ao erro.
A idéia é que os recursos jornalísticos usados pela imprensa marrom criam um ar de desconexão entre a responsabilidade dessas empresas com sua informação e origem da informação (colunistas, especialistas, apresentadores "irados").
Contra a prática deste tipo de jornalismo, em países democráticos, há sempre o recurso do processo judicial, onde aquele cujo direito foi ferido por informações falsas ou distorcidas obriga o órgão difamador a indenizar pelos prejuízos causados, seja de forma financeira e/ou fazendo uma retratação pública sobre o ocorrido. Um grande exemplo dessa imprensa marron foi dado no programa Malhação, rede Globo, quando Domingas Gentil(que me inspirou em 26% ao fazer esse blog) denuncia a imprensa marrom, (como eu estou fazendo aqui).

Diga não a esse imprensa SENSACIONALISTA

Lei da imprensa num país chamado Brasil. Será que aqui ela existe? Leia abaixo num artigo feito por mim.

O Brasil enquanto nação soberana e Estado Democrático de Direito, no decurso de sua história foi marcado por várias conquistas políticas nestes últimos dez anos. O pluripartidarismo, a Assembléia Nacional Constituinte, a eleição direta para presidente, são algumas das significativas conquistas para a maioria da população brasileira. No entanto, em um breve balanço geral no âmbito político o resultado é um acumulo das frustrações da sociedade civil. Talvez o principal drama político das últimas décadas reside na concentração dos meios de comunicação social.
Desde o Império que atividade da imprensa já era regulada, através da Carta de Lei de 2 de outubro de1823. Na República duas leis foram elaboradas, a primeira foi a Lei nº 2.183 de 12 de novembro de 1953. Esta foi derrogada pela Lei nº 5.250(acho que é a lei número 5.250, se não for desculpa), de 9 de fevereiro de 1967(ou 68), elaborada e posta em prática no período autoritário da Ditadura Militar, mas sua vigência persiste até hoje. No entanto, desde 1991 tramita no Congresso Nacional projeto da nova lei de imprensa de autoria do senador Josaphat Marinho, que traz grandes modificações nesta pasta.
Com o advento da Constituição Federal de 1998, várias modificações sofreu a Lei 5.250/67. A principal delas foi quando à legitimação das liberdades de expressão, informação e de imprensa, que se encontra no Título VII, Capítulo V, Da Comunicação Social, artigos 220 à 224 da CF/88. Este capítulo inscreveu normas de comunicação coletiva, extinguiu a censura, inseriu o direito de resposta, o dever de informar e o direito de ser informado.
Entende-se que da mesma forma que os médicos têm a função de cuidar da saúde da nação, a responsabilidade da imprensa deve ser vigiada e zelada. Esta questão toca no âmago da ética do jornalismo. Além disso, a jurisdição está pronta para conhecer, processar e julgar os crimes cometidos pela imprensa. Necessariamente, a grande questão está na forma com que são veiculadas as informações, pois, as denúncias devem ser verdadeiras e que versem sobre fatos relevantes e de interesse público.
Por isso, que a responsabilidade da imprensa merece uma abordagem mais profunda e detalhada. Os profissionais da imprensa trabalham diariamente com relacionamentos humanos. Todos os seres humanos são membros ativos e livres de uma comunidade, influenciados pela ação dos demais, onde a responsabilidade é uma necessidade recíproca. Os jornalistas, em especial, têm suas responsabilidades baseadas na função que os meios de informação exercem na sociedade; no modo como as empresas definem seus papéis dentro das comunidades a que servem e no próprio sistema de valores de cada jornalista.
Desta forma, fica evidente que o público, seja leitor, ouvinte ou telespectador, necessita de uma tutela jurisdicional sobre esta área também. Todavia vemos uma lei de imprensa vigente totalmente ultrapassada, elaborada, outorgada, sancionada e publicada sob outra realidade e sobre outros aspectos históricos, econômicos e sociais.
Nas últimas décadas o mundo sofreu várias modificações políticas, econômicas e tecnológicas. O Brasil não se exime à esta concepção, no entanto, a legislação não acompanhou a evolução. Outro aspecto é que o jornalismo em certos momentos perde o seu principal objetivo que é de informar com responsabilidade. Entretanto é possível termos uma legislação equivalente à prática do jornalismo atual. Mas será que uma nova lei de imprensa vai democratizar os meios de comunicação social?

História da imprensa no Brasil

A história da imprensa no Brasil tem seu início em 1808 com a chegada da família real portuguesa ao Brasil, sendo até então proibida toda e qualquer atividade de imprensa — fosse a publicação de jornais, livros ou panfletos. Esta era uma peculiaridade da América Portuguesa, pois, nas demais colônias européias no continente, a imprensa se fazia presente desde o século XVI.
A imprensa brasileira nasceu oficialmente no
Rio de Janeiro em 13 de maio de 1808, com a criação da Impressão Régia, hoje Imprensa Nacional, pelo príncipe-regente dom João.
A
Gazeta do Rio de Janeiro, o primeiro jornal publicado em território nacional,[1] começa a circular em 10 de setembro de 1808, impressa em máquinas trazidas da Inglaterra.[2] Órgão oficial do governo português, que se tinha refugiado na colônia americana, evidentemente o jornal só publicava notícias favoráveis ao governo.
Porém, no mesmo ano, pouco antes, o exilado
Hipólito José da Costa lançara, de Londres, o Correio Brasiliense (com S), o primeiro jornal brasileiro — ainda que fora do Brasil.
Enquanto o jornal oficial relatava "o estado de saúde de todos os príncipes da
Europa, (...) natalícios, odes e panegíricos da família reinante"[3], o do exilado fazia política. Embora (diferentemente do que muito se divulga) não pregasse a independência do Brasil e tivesse um posicionamento político por vezes conservador, o Correio Brasiliense foi criado para atacar "os defeitos da administração do Brasil", nas palavras de seu próprio criador, e admitia ter caráter "doutrinário muito mais do que informativo" .
A proibição à imprensa (chegaram inclusive a destruir máquinas tipográficas) e a
censura prévia (estabelecida antes mesmo de sair a primeira edição da Gazeta) encontravam justificativa no fato de que a regra geral da imprensa de então não era o que se conhece hoje como noticiário, e sim como doutrinário, capaz de "pesar na opinião pública", como pretendia o Correio Brasiliense, e difundir suas idéias entre os formadores de opinião — propaganda ideológica, afinal.
A censura à imprensa acabou em
1827, ainda no Primeiro Reinado. A própria personalidade de D. Pedro II, avessa a perseguições, garantia um clima de ampla liberdade de expressão — em nível não conhecido por nenhuma república latino-americana, graças aos caudilhos autoritários que lá se alternavam. A liberdade de imprensa já era garantida mesmo pela Constituição outorgada de 1824. Escreve Bernardo Joffily: "Cada corrente tem seu porta-voz", mas, ainda assim, "há órgãos apolíticos: o Diário do Rio de Janeiro (1º diário do País, 1821-1878) nem noticia o Grito do Ipiranga. Mas a regra é a imprensa engajada, doutrinária"[4].
O francês
Max Leclerc, que foi ao Brasil como correspondente para cobrir o início do regime republicano, assim descreveu o cenário jornalístico de 1889:
"A imprensa no Brasil é um reflexo fiel do estado social nascido do governo paterno e anárquico de D. Pedro II: por um lado, alguns grandes jornais muito prósperos, providos de uma organização material poderosa e aperfeiçoada, vivendo principalmente de publicidade, organizados em suma e antes de tudo como uma emprêsa comercial e visando mais penetrar em todos os meios e estender o círculo de seus leitores para aumentar o valor de sua publicidade, a empregar sua influência na orientação da opinião pública. (...) Em tôrno deles, a multidão multicor de jornais de partidos que, longe de ser bons negócios, vivem de subvenções dêsses partidos, de um grupo ou de um político e só são lidos se o homem que os apoia está em evidência ou é temível."
De fato, os jornais de partidos, ou espontaneamente criados e mantidos por militantes, carecem de organização institucional e de
profissionalismo jornalístico. Nos tempos de maior exaltação na campanha republicana (1870-1878 e 1886-1889), surgem dezenas de jornais (que não passam de 4 páginas cada) efêmeros, sem durar mais que alguns meses.
Entre os jornais cariocas da época imperial estavam, em primeiro grau de importância, a
Gazeta de Noticias e O Paiz, os maiores de então e os que sobreviveram mais tempo, até a Era Vargas. Os demais foram o Diario de Noticias, o Correio do Povo, a Cidade do Rio, o Diario do Commercio, a Tribuna Liberal, alguns jornais anteriores a 1889, mas de fortíssima campanha republicana, como A Republica, e as revistas de caricatura e sátira: a Revista Illustrada, O Mequetrefe, O Mosquito e O Bezouro. Outros ainda eram o Jornal do Commercio e a Gazeta da Tarde.
O caricaturista, ilustrador, jornalista
Ângelo Agostini está entre as maiores personalidades da imprensa brasileira. Numa época em que a fotografia ainda era rara — e cara — o ilustrador tem o poder inegável de construir o imaginário visual da sociedade. Assim, o "Imperador Cabeça-de-Caju" ou o primeiro-ministro gorducho com ar de soberbo são o que a população — e aí, mesmo a massa analfabeta entra — vai consumir e por onde vai se pautar. Ali criou-se uma iconografia simbólica da política no final do Império.
A Revista Illustrada realmente era inovadora. As ilustrações litografadas almejavam ao perfeccionismo e ao mesmo tempo à expressividade. Inova a Revista também por uma diagramação "interativa", com ilustrações sobre o cabeçalho, moldura, etc.. Saía semanalmente e tinha distribuição nacional.
Nos 22 anos contínuos em que foi publicada, a Revista Illustrada entranhou-se no cotidiano nacional (Cf.
Werneck Sodré) e inspirou uma geração de magazines satíricas. Embora um pouco anteriores, fazem parte da mesma safra: O Mosquito, O Besouro (ambos de Bordalo Pinheiro, imigrante português, amigo de Agostini) e O Mequetrefe.

Guilherme Leal